Eu Amo Jesus!
Calendário
segunda-feira, 7 de março de 2011
Caminho Estreito!
Caminho Estreito!
"Porque tu tens escolhido o caminho estreito, o caminho mais difícil, tu tens andando pela tua propria escolha. Tu tens tomado a correta e precisa decisão, e é o Meu Caminho. Por causa desta importante decisão, uma vasta porção do Céu espera por ti. Que gloriosa decisão tomaste! Isto, por si mesmo, é o que dará, e fará que se cumpra, a tremenda vitória no amor divino!"
Mensagem: Dores de Parto §: 14
domingo, 6 de março de 2011
Chapeuzinho Vermelho
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho, que tinha esse apelido pois desde pequenina gostava de usar chapéus e capas desta cor.
Um dia, sua mãe pediu:
- Querida, sua avó está doente, por isso preparei aqueles doces, biscoitos, pãezinhos e frutas que estão na cestinha. Você poderia levar à casa dela?
- Claro, mamãe. A casa da vovó é bem pertinho!
- Mas, tome muito cuidado. Não converse com estranhos, não diga para onde vai, nem pare para nada. Vá pela estrada do rio, pois ouvi dizer que tem um lobo muito mau na estrada da floresta, devorando quem passa por lá.
- Está bem, mamãe, vou pela estrada do rio, e faço tudo direitinho!
E assim foi. Ou quase, pois a menina foi juntando flores no cesto para a vovó, e se distraiu com as borboletas, saindo do caminho do rio, sem perceber.
Cantando e juntando flores, Chapeuzinho Vermelho nem reparou como o lobo estava perto...
Ela nunca tinha visto um lobo antes, menos ainda um lobo mau. Levou um susto quando ouviu:
- Onde vai, linda menina?
- Vou à casa da vovó, que mora na primeira casa bem depois da curva do rio. E você, quem é?
O lobo respondeu:
- Sou um anjo da floresta, e estou aqui para preteger criancinhas como você.
- Ah! Que bom! Minha mãe disse para não conversar com estranhos, e também disse que tem um lobo mau andando por aqui.
- Que nada - respondeu o lobo - pode seguir tranqüila, que vou na frente retirando todo perigo que houver no caminho. Sempre ajuda conversar com o anjo da floresta.
- Muito obrigada, seu anjo. Assim, mamãe nem precisa saber que errei o caminho, sem querer.
E o lobo respondeu:
- Este será nosso segredo para sempre...
E saiu correndo na frente, rindo e pensando:
(Aquela idiota não sabe de nada: vou jantar a vovozinha dela e ter a netinha de sobremesa ... Uhmmm! Que delícia!)
Chegando à casa da vovó, Chapeuzinho bateu na porta:
- Vovó, sou eu, Chapeuzinho Vermelho!
- Pode entrar, minha netinha. Puxe o trinco, que a porta abre.
A menina pensou que a avó estivesse muito doente mesmo, para nem se levantar e abrir a porta. E falando com aquela voz tão estranha...
Chegou até a cama e viu que a vovó estava mesmo muito doente. Se não fosse a touquinha da vovó, os óculos da vovó, a colcha e a cama da vovó, ela pensaria que nem era a avó dela.
- Eu trouxe estas flores e os docinhos que a mamãe preparou. Quero que fique boa logo, vovó, e volte a ter sua voz de sempre.
- Obridada, minha netinha (disse o lobo, disfarçando a voz de trovão).
Chapeuzinho não se conteve de curiosidade, e perguntou:
- Vovó, a senhora está tão diferente: por que esses olhos tão grandes?
- É prá te olhar melhor, minha netinha.
- Mas, vovó, por que esse nariz tão grande?
- É prá te cheirar melhor, minha netinha.
- Mas, vovó, por que essas mãos tão grandes?
- São para te acariciar melhor, minha netinha.
(A essa altura, o lobo já estava achando a brincadeira sem graça, querendo comer logo sua sobremesa. Aquela menina não parava de perguntar...)
- Mas, vovó, por que essa boca tão grande?
- Quer mesmo saber? É prá te comer!!!!
- Uai! Socorro! É o lobo!
A menina saiu correndo e gritando, com o lobo correndo bem atrás dela, pertinho, quase conseguindo pegar.
Por sorte, um grupo de caçadores ia passando por ali bem na hora, e seus gritos chamaram sua atenção.
Ouviu-se um tiro, e o lobo caiu no chão, a um palmo da menina.
Todos já iam comemorar, quando Chapeuzinho falou:
- Acho que o lobo devorou minha avozinha.
- Não se desespere, pequenina. Alguns lobos desta espécie engolem seu jantar inteirinho, sem ao menos mastigar. Acho que estou vendo movimento em sua barriga, vamos ver...
Com um enorme facão, o caçador abriu a barriga do lobo de cima abaixo, e de lá tirou a vovó inteirinha, vivinha.
- Viva! Vovó!
E todos comemoraram a liberdade conquistada, até mesmo a vovó, que já não se lembrava mais de estar doente, caiu na farra.
"O lobo mau já morreu. Agora tudo tem festa: posso caçar borboletas, posso brincar na floresta."
FIM
O QUE É, O QUE É INCLUSÃO? Paródia (adaptação na musica de gonzaguinha...)
O QUE É, O QUE É INCLUSÃO?
E a inclusão...
E a inclusão, o que é?
Diga lá cidadão!
Ela é um movimento de integração?
Ela é uma doce "ilusão”
E a inclusão...
Ela é estigma ou normalização?
Ela é distinção ou aglutinação?
O que é o que é cidadão?
Há quem fale que a inclusão é uma integração
Um movimento voltado para adequação
Na verdade é o sistema a adequar-se para inserção
É o ensino não excludente, e atitude de inclusão.
Você diz ter haver com Poder
Ele diz que é direito e dever
Ela diz que inclusão é incluir, e o contrario não é
Mas o verbo é excluir.
Eu só sei que acredito em mudança
E na mudança eu ponho força da fé
Somos nós que fazemos inclusão
Com persistência, amor e fé.
Sempre desejada
Por mais que dificultada
Ninguém quer exclusão
Só cidadania e união.
E a pergunta rola
E a cabeça agita
Eu fico com a declaração de Salamanca.
É a inclusão, educação, educação!
Incluir, e não ter a vergonha de ser feliz
Ensinar, ensinar e ensinar
A beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei, que a inclusão deveria ser bem maior e será!
E isso não impede que eu reflita
Educação, e educação inclusiva!
Adaptação de: O que é o, que é...? (Gonzaguinha
adaptação na musica de gonzaguinha...Por Sonia Claudia:
Fonte: Pesquisas de Internet
Trabalho curso do Magistério.
Professora Susane.
E a inclusão...
E a inclusão, o que é?
Diga lá cidadão!
Ela é um movimento de integração?
Ela é uma doce "ilusão”
E a inclusão...
Ela é estigma ou normalização?
Ela é distinção ou aglutinação?
O que é o que é cidadão?
Há quem fale que a inclusão é uma integração
Um movimento voltado para adequação
Na verdade é o sistema a adequar-se para inserção
É o ensino não excludente, e atitude de inclusão.
Você diz ter haver com Poder
Ele diz que é direito e dever
Ela diz que inclusão é incluir, e o contrario não é
Mas o verbo é excluir.
Eu só sei que acredito em mudança
E na mudança eu ponho força da fé
Somos nós que fazemos inclusão
Com persistência, amor e fé.
Sempre desejada
Por mais que dificultada
Ninguém quer exclusão
Só cidadania e união.
E a pergunta rola
E a cabeça agita
Eu fico com a declaração de Salamanca.
É a inclusão, educação, educação!
Incluir, e não ter a vergonha de ser feliz
Ensinar, ensinar e ensinar
A beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei, que a inclusão deveria ser bem maior e será!
E isso não impede que eu reflita
Educação, e educação inclusiva!
Adaptação de: O que é o, que é...? (Gonzaguinha
adaptação na musica de gonzaguinha...Por Sonia Claudia:
Fonte: Pesquisas de Internet
Trabalho curso do Magistério.
Professora Susane.
História Do Teatro
História Do Teatro
Introdução: O objetivo deste trabalho de grupo é alargar os conhecimentos da turma e do grupo em relação ao tema da História do Teatro. O teatro apareceu no século IV a.C. O teatro resulta da leitura que o espectador faz do que vê ou julga ver a partir da representação dos autores. As histórias podem passar-se no presente, passado ou futuro; podem ser verídicas ou fictícias.
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O Teatro
A palavra teatro deriva do grego theaomai – olhar com atenção, perceber contemplar. Theaomai não significa ver no sentido comum, mas sim, ter uma experiência intensa, envolvente, meditativa, inquiridora, a fim de descobrir os significados mais profundos; uma cuidadosa e deliberada visão que interpreta seu objetivo.
O vocábulo teatro apresenta as seguintes acepções:
ü Local onde se realizam espetáculos
ü O conjunto de textos produzidos por um autor e a interpretação
Estas acepções somadas mostram que, o teatro é a arte do espetáculo. Mas nem todo espetáculo é teatro. Para que seja teatro são imperativos a pré- existência do tempo e a representação sobre um palco
A MAGIA DO PALCO
As pessoas sempre adoravam cantar e ouvir historia. Não importa se são verdadeiros ou não. Repare; as novelas, os desenhos, os filmes, as peças de teatrais, os livros, os jornais e etc. em cada um desses meios de comunicação de verdade foram inventados por um escritor
O TEATRO HOJE
Da para perceber que com tantas influências, o teatro de hoje é uma arte muito rica, muito misturada. Existem a Opera, O Teatro-dança, os musicais, O teatro de rua, O teatro feito em espaços alternativos (como hospitais, presídios...) enfim, uma mistura daquelas!
TEATRO NO BRASIL
No Brasil o teatro surgiu no século XVI quando Portugal começou a fazer do Brasil sua colônia. E teve a fé religiosa como motivo. Padre José de Anchieta foi um dos autores de destaque escrevendo alguns autos que visavam a catequetização dos indígenas.
Os Jesuítas, com o intuito de catequizar os índios, trouxeram não só a nova religião católica, mas também uma cultura diferente, em que incluía a Literatura e o Teatro.
Aliada aos rituais festivos e danças indígenas a primeira forma de teatro que os Brasileiros conheceram foi a dos portugueses, que tinha um caráter pedagógico baseado na Bíblia. Então Nessa época, o maior responsável pelo ensinamento do teatro, bem como pela autoria das peças foi Padre José de Anchieta.
Origem
Quando surgiram às primeiras manifestações cênicas acredita-se que tenha surgido entre os povos primitivos, através de rituais e práticas religiosas que continham elementos teatrais como a dança e as representações, cênicas destinadas a alcançar ou exaltar os deuses e deles receber favorecimentos para sobrevivência.
As informações mais completas e detalhadas referem-se às encenações teatrais da antiguidade grega através de pinturas em cavernas e decoração em artefatos.
De acordo com registros deixados pelos povos egípcios mostrando representações de origem religiosa com finalidade de exaltar as principais divindades da mitologia egípcia, principalmente Isis, Hórus e Osíris foram eles, os egípcios os inventores do teatro, e não os gregos como assim pensavam.
A peça mais antiga que se conhece escrita em 3200 a.C é a história do deus Osíris, um drama mitológico representado em festivais anuais.
O texto dessa peça escrito num papiro foi encontrado por arqueólogos em Luxor, no ano de 1895. Ele contém ilustrações das cenas e as palavras ditas pelos autores que representam a história.
A morte de Hórus também era um dos temas centrais do teatro egípcio. Foi então passado para a Grécia, onde o teatro desenvolveu-se com a genialidade dos dramaturgos gregos.
ü Conclusão: Este trabalho ajudou-nos há conhecer um pouco sobre a História do Teatro. A sua origem, intervenientes e razões do seu surgimento
Como fazer uma boa adaptação no berçário
Preparação e parceria com a família são fundamentais para assegurar uma adaptação tranquila aos bebês que vão à escola pela primeira vez
HORA DO LANCHE No Centro Social Marista Robru, pai e educadora se revezam para alimentar um bebê durante a adaptação
Crianças inseguras, pais angustiados e sofrimento diante da separação iminente. Esse não precisa ser o retrato do início dos pequenos na creche. É possível diminuir o desconforto e proporcionar uma adaptação tranquila e saudável para os bebês e sua família. A fase de acolhimento na Educação Infantil é diferente para cada faixa etária e requer atenção redobrada com bebês de até 2 anos. Afinal, quase tudo é novidade para eles: a convivência com outras crianças e adultos (além do círculo mais próximo), as brincadeiras com a areia...
O primeiro passo é conhecer bem a criançada. Entender seus costumes e medos ajuda a elaborar o planejamento. "Quando percebem que o educador sabe coisas que as fazem se sentir bem, elas ficam mais calmas", diz Rosa Virgínia Pantoni, mestre em Psicologia e coordenadora de assistência social da Creche Carochinha, ligada à Universidade de São Paulo (USP).
Antes de receber a turma, é fundamental ler com atenção todas as informações contidas na ficha de anamnese (com histórico de saúde). Também é desejável fazer uma entrevista detalhada com a família. Durante o bate-papo, os pais podem esclarecer dúvidas e ajudar você e seus colegas a entender os hábitos da criança. "É um momento de ajuste de expectativas. É essencial escutar o que os familiares esperam e explicar os objetivos da instituição", diz Ana Charnizon, educadora da UMEI Aarão Reis, em Belo Horizonte. Mostrar interesse pela criança é uma forma de tranquilizar os pais. Vale perguntar como é a rotina em casa, do que a criança gosta de brincar e de comer e se possui objetos de apego. A entrevista pode ser finalizada com uma visita pelos ambientes.
Bebês de até 10 meses estranham a escola, o modo como são colocados para dormir e a comida oferecida. É necessário prestar atenção nos aspectos sensoriais: deixar objetos pessoais, como mantinhas, chupeta e fronhas, junto ao berço ajuda na adaptação. A ausência dos pais não incomoda, mas a textura diferente do lençol do berço, a forma como são colocados para dormir, a temperatura da água do banho, sim.
Depois de completar 1 ano, a adaptação muda um pouco. O foco principal agora é fazer com que o bebê se acostume à ausência dos responsáveis. Por isso, é necessário alternar momentos em que os familiares estejam próximos e distantes da criança. Nessa idade, ela já começa a estranhar quem não conhece e estabelece vínculos com alguns adultos. Faz parte do processo, então, manter os rostos conhecidos ao alcance da visão do pequeno. A separação é feita aos poucos, intercalando momentos de aproximação e de ausência, até que o bebê se acostume à rotina na creche.
Outra estratégia para assegurar a tranquilidade é fazer um espaço para cada criança (leia a sequência didática). Assim, ela entende que há um lugar coletivo, mas que também existe um cantinho só dela, com seus objetos de apego ou brinquedos. Isso faz com que se estabeleçam vínculos com o local. Também é importante definir uma rotina, com horários e regras, para que os pequenos se sintam amparados.
O choro nos momentos iniciais da separação é normal e deve passar logo, à medida que a criança percebe que é acolhida e compreendida. Caso o berreiro persista, isso pode ser sinal de insegurança. Outras manifestações de desconforto são o sono constante, a apatia e a recusa em comer. Reuniões e estudos periódicos permitem aprofundar o conhecimento a respeito do universo infantil e agir nesses casos. "A insegurança dos responsáveis influencia ansiedade dos pequenos. Por isso, os profissionais precisam estar preparados", explica Ana.
Cabe ao educador acolher os bebês, reconhecer seus sentimentos e fortalecê-los emocionalmente. "As ações devem estar voltadas para a apresentação do novo ambiente de uma forma delicada", explica Clélia Cortez, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. "O que está em jogo é o compromisso em transformar os sentimentos de angústia presentes neste momento em segurança e afeto", completa.
O primeiro passo é conhecer bem a criançada. Entender seus costumes e medos ajuda a elaborar o planejamento. "Quando percebem que o educador sabe coisas que as fazem se sentir bem, elas ficam mais calmas", diz Rosa Virgínia Pantoni, mestre em Psicologia e coordenadora de assistência social da Creche Carochinha, ligada à Universidade de São Paulo (USP).
Antes de receber a turma, é fundamental ler com atenção todas as informações contidas na ficha de anamnese (com histórico de saúde). Também é desejável fazer uma entrevista detalhada com a família. Durante o bate-papo, os pais podem esclarecer dúvidas e ajudar você e seus colegas a entender os hábitos da criança. "É um momento de ajuste de expectativas. É essencial escutar o que os familiares esperam e explicar os objetivos da instituição", diz Ana Charnizon, educadora da UMEI Aarão Reis, em Belo Horizonte. Mostrar interesse pela criança é uma forma de tranquilizar os pais. Vale perguntar como é a rotina em casa, do que a criança gosta de brincar e de comer e se possui objetos de apego. A entrevista pode ser finalizada com uma visita pelos ambientes.
Bebês de até 10 meses estranham a escola, o modo como são colocados para dormir e a comida oferecida. É necessário prestar atenção nos aspectos sensoriais: deixar objetos pessoais, como mantinhas, chupeta e fronhas, junto ao berço ajuda na adaptação. A ausência dos pais não incomoda, mas a textura diferente do lençol do berço, a forma como são colocados para dormir, a temperatura da água do banho, sim.
Depois de completar 1 ano, a adaptação muda um pouco. O foco principal agora é fazer com que o bebê se acostume à ausência dos responsáveis. Por isso, é necessário alternar momentos em que os familiares estejam próximos e distantes da criança. Nessa idade, ela já começa a estranhar quem não conhece e estabelece vínculos com alguns adultos. Faz parte do processo, então, manter os rostos conhecidos ao alcance da visão do pequeno. A separação é feita aos poucos, intercalando momentos de aproximação e de ausência, até que o bebê se acostume à rotina na creche.
Outra estratégia para assegurar a tranquilidade é fazer um espaço para cada criança (leia a sequência didática). Assim, ela entende que há um lugar coletivo, mas que também existe um cantinho só dela, com seus objetos de apego ou brinquedos. Isso faz com que se estabeleçam vínculos com o local. Também é importante definir uma rotina, com horários e regras, para que os pequenos se sintam amparados.
O choro nos momentos iniciais da separação é normal e deve passar logo, à medida que a criança percebe que é acolhida e compreendida. Caso o berreiro persista, isso pode ser sinal de insegurança. Outras manifestações de desconforto são o sono constante, a apatia e a recusa em comer. Reuniões e estudos periódicos permitem aprofundar o conhecimento a respeito do universo infantil e agir nesses casos. "A insegurança dos responsáveis influencia ansiedade dos pequenos. Por isso, os profissionais precisam estar preparados", explica Ana.
Cabe ao educador acolher os bebês, reconhecer seus sentimentos e fortalecê-los emocionalmente. "As ações devem estar voltadas para a apresentação do novo ambiente de uma forma delicada", explica Clélia Cortez, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. "O que está em jogo é o compromisso em transformar os sentimentos de angústia presentes neste momento em segurança e afeto", completa.
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